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Sou doutora em Literatura. Escrevo há mais de 15 anos, mas sem disciplina. Sou aquela escritora que se guarda para o futuro, à espera de um grande acontecimento. Sinto que chegou a hora. É com retalhos e epopeias que me inventarei - com pequenos e grandes eventos - com fragmentos e grandes feitos - serei a tecelã de uma história e a sua heroína. Serei Penélope e Odisseu. Me acompanhe nesta viagem! Colunista da seção de Escrita Criativa na comunidade literária Benfazeja. Livros publicados: FLAUIS (2010) e RETALHOS E EPOPEIAS (Editora Patuá, 2012). Mais sobre mim em meu site oficial

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Todos os textos são de autoria de Carolina Bernardes. A cópia não é autorizada e configura plágio. Tecnologia do Blogger.

20 março, 2011

AUTOR: O ARTESÃO DO ENGANO

  



      Centrar o poema/narrativa na revelação da intimidade é o mesmo que atribuir à Literatura o fim utilitário da terapia psicanalítica. Muitos indivíduos se servem da palavra para libertar-se de neuroses, medos, fracassos; para conquistar a pessoa amada (não é a toa que pelos bares de cidades grandes são vendidos cartões com versos impressos); para escancarar ao mundo a “sua verdade”; para firmar uma identidade perdida. A Literatura seria, assim, um divã de psicanalista?

    Toda arte que se mantém no pólo da emoção tende a manifestar a visão subjetiva e, portanto, parcial que o indivíduo tem sobre a vida, o mundo e os homens. Esta é a arte que denega a repressão e ergue a bandeira da liberdade como bem maior. No entanto, esta liberdade que os autores defendem se firma muito mais por uma atitude egoísta do que pelo relacionamento afetivo com os outros. Por esta vertente, quem escreve é sempre um Eu confessional e o tema de suas escritas gira sempre em torno de suas emoções, reações, experiências, vivências, avaliações. Excessiva vaidade?



Este é um fragmento do texto Autor: o artesão do engano, publicado no Benfazeja.
Para ler o texto integral e acompanhar minha coluna sobre Escrita Criativa, acesse
e deixe seu comentário

2 Comentaram. Deixe seu comentário também!:

GIL ROSZA disse...

Excelente observação! Gostaria de ouvir suas ponderações sobre a questão. Tenho uma “resposta empírica” sobre, mas é meio longa e talvez chata demais rsrsrs para colocar aqui. =)

CAROLINA BERNARDES disse...

Olá, Gil. O que você quer dizer com "gostaria de ouvir suas ponderações sobre a questão"? Quanto à sua "resposta empírica", que tal escrever um post sobre isso e publicar no Letra em Pó? Assim a resposta ficará visível para todos! hehe
Abraços e obrigada pela visitinha!

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  • A Demanda do Santo Graal. (Anônimo)
  • A vida e as opiniões do cavalheiro Tristam Shandy. (Laurence Sterne)
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  • Cem anos de Solidão. (Gabriel Garcia Marquez)
  • Crime e Castigo. (Dostoiévski)
  • Folhas de Relva. (Walt Whitman)
  • Húmus. (Raul Brandão)
  • Judas, o Obscuro. (Thomas Hardy)
  • Mahabharata (Anônimo)
  • Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
  • Narciso e Goldmund. (Hermann Hesse)
  • O casamento do Céu e do Inferno. (William Blake)
  • O homem que comprou a rua. (Tarcísio Pereira)
  • O Perfume. (Patrick Süskind)
  • Odisseia (Kazantzakis)
  • Odisseia. (Homero)
  • Os Cadernos de Malte Laurids Brigge. (Rainer Maria Rilke)
  • Peter Pan. (J. M. Barrie)
  • Poemas (Seferis)
  • Poemas Completos de Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)
  • Zorba, o grego. (Nikos Kazantzakis)

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